segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Uma trilha particular.
Indo na onda dos vídeos bizarros. Prometo que o próximo post será de volta ao normal, ok.
Valeu!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Não é de dar medo?!
Imagine acordar no meio da noite com um barulho desses no seu quarto?
Bom, confesso que fico um pouco assustado, afinal, no lugar onde eu moro dá pano para manga para se ter medo.
Contudo não sou supersticioso. Não que eu desacredite em fantasmas ou espíritos, mas o quê eles estariam fazendo no meu quarto? Apreciando minha bagunça?
Acho que não. Como eu já disse, minha casa é grande e qualquer ventinho causa um barulho estranho, barulhos que às vezes parecem estar ocorrendo em cima de sua cabeça, nem sei como (pergunte para um físico como o som se propaga).
Eu já escutei esse barulho outras vezes, mas só dessa vez consegui pegar o som com a câmera.
Por ser algo relativamente freqüente, acho que me acostumei com isso. Não sou corajoso, só procuro não grilar com essas coisas.
Valeu!
domingo, 30 de agosto de 2009
Palha Italiana
Já que a muito tempo já não coloco nada aqui, visto que as coisas andam meio paradas, resolvi nesse Sábado animado fazer umas das minhas especialidades revelenando meus segredos culinários para vocês. Eu deveria escrever a receita novamente aqui, já que ela não ficou muito clara no vídeo. Mas, se quer saber, to com preguiça... (além do que, segredos não devem ser passados tão facilmente, AHA!)
Valeu!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Sem Graça
Se ela descobrir que eu coloquei isso aqui, vai ficar brava. Mas eu sou um homem corajoso... será?
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
A Caneca
De repente, eu escuto o barulho de algo quebrando na cozinha. Corro para lá e encontro minha caneca favorita no chão atrás do fogão. Como isso aconteceu, a gente não imagina. Acho que eu tinha deixado a caneca para secar no secador de pratos e copos... e aquilo ali vive cheio (tenho preguiça de arrumar no armário depois). Vai ver, eu deixei de mau jeito naquela bagunça. Caiu...
Era uma caneca normal do Pequeno Príncipe. Meu pai comprou para mim porque usar xícara para tomar nescal é meio frustrante, não acham? (Nescal se toma em caneca grande!). Enfim, essa caneca vem, desde então, me seguindo para qualquer lugar para onde eu vou. Não se trata de um objeto de estimação, algo que eu trate com carinho e contemplo em momentos vagos. Não. Era só um objeto que durou, e ficou. Algo que você repara quando isso se vai.
Óbvio, estou triste, mas só. Não sou dessas pessoas que ficam se lamentando: “como eu deixei isso acontecer?!”. Afinal, aquilo tem história, mas ainda é só um objeto. As histórias mesmo estão em nossas mentes.
Digo até que sou otimista em relação ao ocorrido. Acredito que quando coisas assim acontecem é porque algo estar por vir e tempos de mudanças estão abrindo suas portas.
Prefiro pensar desse jeito, mesmo que seja uma superstição boba.
Valeu!
Era uma caneca normal do Pequeno Príncipe. Meu pai comprou para mim porque usar xícara para tomar nescal é meio frustrante, não acham? (Nescal se toma em caneca grande!). Enfim, essa caneca vem, desde então, me seguindo para qualquer lugar para onde eu vou. Não se trata de um objeto de estimação, algo que eu trate com carinho e contemplo em momentos vagos. Não. Era só um objeto que durou, e ficou. Algo que você repara quando isso se vai.
Óbvio, estou triste, mas só. Não sou dessas pessoas que ficam se lamentando: “como eu deixei isso acontecer?!”. Afinal, aquilo tem história, mas ainda é só um objeto. As histórias mesmo estão em nossas mentes.
Digo até que sou otimista em relação ao ocorrido. Acredito que quando coisas assim acontecem é porque algo estar por vir e tempos de mudanças estão abrindo suas portas.
Prefiro pensar desse jeito, mesmo que seja uma superstição boba.
Valeu!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Fiação Ruim???
Como eu havia mencionado, hoje veio um técnico aqui em casa dar uma olhada na fiação elétrica. O que ele disse? Algumas coisas, mas eu só guardei poucas expressões como casa velha, fiação ruim, mal-feito, sem manutenção, troca disso e daquilo, dentre outras.
Como sempre um universo ao nosso redor no qual não temos conhecimento. Então chega alguém que diz ter esse conhecimento e você fica na mão dessa pessoa... fazer o que? Não é legal ficar no escuro, né?
O preço para pagar o serviço que me foi estipulado nem é tão problema assim, desde que o serviço funcione. E eu não sei quanto a vocês, mas para mim, esses serviços geralmente não dão muito certo.
Antes pudéssemos fazer tudo por nossa conta. Mas vivemos em sociedade e temos que aceitar isso.
Contudo, confesso que às vezes isso é difícil para mim.
De qualquer forma, virão concertar amanhã.
Pensamento positivo.
Valeu!
Como sempre um universo ao nosso redor no qual não temos conhecimento. Então chega alguém que diz ter esse conhecimento e você fica na mão dessa pessoa... fazer o que? Não é legal ficar no escuro, né?
O preço para pagar o serviço que me foi estipulado nem é tão problema assim, desde que o serviço funcione. E eu não sei quanto a vocês, mas para mim, esses serviços geralmente não dão muito certo.
Antes pudéssemos fazer tudo por nossa conta. Mas vivemos em sociedade e temos que aceitar isso.
Contudo, confesso que às vezes isso é difícil para mim.
De qualquer forma, virão concertar amanhã.
Pensamento positivo.
Valeu!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Apagão
Espero que amanhã isso se resolva! Já chamei um técnico para ver se ele dá um jeito nisso.
Valeu!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Open House
Ontem foi um dia especial. As portas de abriram para receber amigos em um almoço peruano bem bacana. Um belo ceviche. Mas deu trabalho, ah se não deu... Acordei cedo para ir em uma feira na Glória comprar o peixe. Sim, o peixe tem que ser fresquinho, e nessa feira, é garantido. Lá também foi feita a compra de outros ingredientes como alface, batata doce, cebola, alho, coentro e muito, muito limão. Eu não sei a receita ao certo, já que não fui eu quem realizou o prato (apenas fiz as compras). Quem fez foi meu amigo Peruano, importado diretamente da cidade de Arequipa. Um dia eu peço a receita detalhada e coloco por aqui. A mim, só me restou fazer a sobremesa, brownie (também deixarei a receita), minha especialidade (embora eu saiba fazer outras coisas, mesmo que digam o contrário no vídeo... bando de chatos). Em fim, voltando ao cansaço, né. Bom, eu não fiz o ceviche, mas ajudei bastante, cortando e espremendo e limpando e cozinhando... fora que antes eu tinha arrumado a casa. Afinal, um pouco de vergonha na cara é bom e eu não poderia apresentar minha casa no seu estado de bagunça normal. Enfim, acabado tudo, cozinha suja, louça suja, Emanuel sujo... ainda bem que segunda tem faxina. A mim, só me restou o sono.
Valeu.
sábado, 15 de agosto de 2009
Casa Velha da Trabalho
Gente, eu nunca morei numa casa, então para vocês pode ser algo idiota, mas para mim é tudo novidade. Eu me divirto muito. Fico surpreso a quantidade de coisas que você pode descobrir em uma casa velha. Mas dá trabalho, se não dá. Fora a arrumação, e isso é fato, que se eu não tivesse uma faxineira uma vez por semana, isso aqui já viraria um lixão.
A casa também é barulhenta. Sei lá, como ela é grande, acho que qualquer ventinho faz ranger algum canto secreto, ou alguns cantos secretos. Para uma pessoa de sono leve provavelmente seria complicado dormir. Sorte que eu durmo como uma pedra.
Contudo, o que mais é difícil é o problema na fiação elétrica. Não sei como, mas a casa vive tendo apagão. E isso sim, é chato. Apagões esses que ocorrem principalmente na parte da noite, ou seja, quando eu gostaria que as luzes estivessem acesas. Às vezes, esses apagões ocorrem quando eu estou dormindo. Menos mal, né, Emanuel? Antes fosse. Se barulho não me acorda, o mesmo não acontece quando eu sinto calor. E eita quartinho quente o meu... sem energia elétrica, sem ventilador, sem sono. Só me restando escutar os sussurros da casa. E da mesma forma que a luz se vai, ela volta, assim, sem mais nem menos... vai entender.
Eu estou tratando de chamar um técnico aqui... mas esses caras, eu não sei não, nunca consegui confiar neles... Sempre vem com uns papinhos que é problema aqui, problema aculá, coisas que você, assim como eu, leigo, não vai entender direito, e pronto, nos dão um orçamento assassino. E você, que quer resolver o problema, faz o quê?
Tirando tudo isso, é divertido morar em um lugar assim. E com o tempo, pelo menos eu, encaro a falta de luz como uma aventura.
Valeu!
A casa também é barulhenta. Sei lá, como ela é grande, acho que qualquer ventinho faz ranger algum canto secreto, ou alguns cantos secretos. Para uma pessoa de sono leve provavelmente seria complicado dormir. Sorte que eu durmo como uma pedra.
Contudo, o que mais é difícil é o problema na fiação elétrica. Não sei como, mas a casa vive tendo apagão. E isso sim, é chato. Apagões esses que ocorrem principalmente na parte da noite, ou seja, quando eu gostaria que as luzes estivessem acesas. Às vezes, esses apagões ocorrem quando eu estou dormindo. Menos mal, né, Emanuel? Antes fosse. Se barulho não me acorda, o mesmo não acontece quando eu sinto calor. E eita quartinho quente o meu... sem energia elétrica, sem ventilador, sem sono. Só me restando escutar os sussurros da casa. E da mesma forma que a luz se vai, ela volta, assim, sem mais nem menos... vai entender.
Eu estou tratando de chamar um técnico aqui... mas esses caras, eu não sei não, nunca consegui confiar neles... Sempre vem com uns papinhos que é problema aqui, problema aculá, coisas que você, assim como eu, leigo, não vai entender direito, e pronto, nos dão um orçamento assassino. E você, que quer resolver o problema, faz o quê?
Tirando tudo isso, é divertido morar em um lugar assim. E com o tempo, pelo menos eu, encaro a falta de luz como uma aventura.
Valeu!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A Casa & O Caminhão
Olá, meu povo!
Caso vocês tenham visto o meu primeiro vídeo, perceberam um pequeno buraco na parede da sala. Algo um tanto peculiar, não? Talvez alguns de vocês pensem “ora, Emanuel acabou de se mudar e agora está reformando a casa”. Mas não se esqueçam que eu já comprei a casa com esse buraco. “Ah, então você é doido, Emanuel”. De fato, mas isso é um outro assunto.
A história desse buraco é bem peculiar. Eu comprei essa casa de uma senhora que vivia aqui com o seu neto de 7 ou 8 anos, até onde eu sei. Na frente da casa, havia, e ainda há, uma obra. Uma construção de um condomínio enorme alimentado por grandes caminhões com material pesado que possuem sua porta de entrada no local bem em frente a esta casa. Um belo dia, parece que as 6h da manhã (hora em que é proibido iniciar qualquer trabalho em uma construção, diga-se de passagem) um caminhão estacionado dentro da obra sem o freio de mão puxado, veio descendo feliz leve e solto, atravessando a rua em direção a fachada e BAMG!, deu no que deu.
Felizmente ninguém se feriu, embora por pouco, visto que o quarto do neto, que dormia, fosse logo em seguida da sala (local onde eu durmo atualmente). Já a velha senhora, estava mais distante ainda, no seu quarto (que agora é um quarto de hospedes). Contudo, pelo pouco que sei, a dona da casa estava prestes a sair de seu aposento para pegar o jornal que era colocado na janela da fachada (essa foi por pouco, minha senhora).
Embora a salvos, o evento fez com que a senhora quisesse vender a casa de vez, algo que aparentemente ela já estava planejando. Venda essa, para ser rápida, foi feita por um preço bem pequeno considerando o lugar, e preço esse que felizmente eu pude pagar (parabéns, Emanuel). O melhor de tudo, com quase toda mobília. A vovó resolveu se mudar para França, local onde moram os pais de seu neto, e não queria levar “essa tralha velha” e, segundo ela, nem tinha idade e paciência para negociar com um antiquário, então vendeu tudo no pacote para o rapaz aqui.
E o buraco, Emanuel, vá-te ficar com ele? Não se preocupem, não sou louco o bastante para morar em uma casa que possui uma cratera. Logo, logo, haverá solução para isso.
Até lá, vejo vocês por aqui.
Valeu!
Caso vocês tenham visto o meu primeiro vídeo, perceberam um pequeno buraco na parede da sala. Algo um tanto peculiar, não? Talvez alguns de vocês pensem “ora, Emanuel acabou de se mudar e agora está reformando a casa”. Mas não se esqueçam que eu já comprei a casa com esse buraco. “Ah, então você é doido, Emanuel”. De fato, mas isso é um outro assunto.
A história desse buraco é bem peculiar. Eu comprei essa casa de uma senhora que vivia aqui com o seu neto de 7 ou 8 anos, até onde eu sei. Na frente da casa, havia, e ainda há, uma obra. Uma construção de um condomínio enorme alimentado por grandes caminhões com material pesado que possuem sua porta de entrada no local bem em frente a esta casa. Um belo dia, parece que as 6h da manhã (hora em que é proibido iniciar qualquer trabalho em uma construção, diga-se de passagem) um caminhão estacionado dentro da obra sem o freio de mão puxado, veio descendo feliz leve e solto, atravessando a rua em direção a fachada e BAMG!, deu no que deu.
Felizmente ninguém se feriu, embora por pouco, visto que o quarto do neto, que dormia, fosse logo em seguida da sala (local onde eu durmo atualmente). Já a velha senhora, estava mais distante ainda, no seu quarto (que agora é um quarto de hospedes). Contudo, pelo pouco que sei, a dona da casa estava prestes a sair de seu aposento para pegar o jornal que era colocado na janela da fachada (essa foi por pouco, minha senhora).
Embora a salvos, o evento fez com que a senhora quisesse vender a casa de vez, algo que aparentemente ela já estava planejando. Venda essa, para ser rápida, foi feita por um preço bem pequeno considerando o lugar, e preço esse que felizmente eu pude pagar (parabéns, Emanuel). O melhor de tudo, com quase toda mobília. A vovó resolveu se mudar para França, local onde moram os pais de seu neto, e não queria levar “essa tralha velha” e, segundo ela, nem tinha idade e paciência para negociar com um antiquário, então vendeu tudo no pacote para o rapaz aqui.
E o buraco, Emanuel, vá-te ficar com ele? Não se preocupem, não sou louco o bastante para morar em uma casa que possui uma cratera. Logo, logo, haverá solução para isso.
Até lá, vejo vocês por aqui.
Valeu!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Apresentação
Putz, como não fazer um comentário com esse primeiro vídeo?... Comentário mais destinado a mim mesmo do que para outras pessoas. Sinceramente, essa é minha primeira experiência em me filmar. E devo dizer que é constrangedor. A câmera intimida, e muito. Quando eu tive a idéia de filmar esse primeiro vídeo, tinha me imaginado sorridente, fazendo o tipo dos famosos que recebem uma equipe de televisão para filmar a intimidade de sua casa. E é, sério, eu tentei sorrir... mas a situação era tamanha desconfortável que os músculos de minha face não me obedeceram. Sendo que eu sou uma pessoa sorridente... Como pode? Que feio, Emanuel. Meus sonhos de ser um apresentador simpático de televisão tipo Silvio Santos desmoronaram. Acho que nem uma possibilidade de ir para o Big Brother eu tenho com esse vídeo. Até pensei em filmar de novo... mas ai não seria algo natural, mesmo saindo ruim, tem que ser de primeira mesmo. E coloca ruim nisso. Minhas habilidades como câmera man, com enquadramentos esdrúxulos... é melhor nem comentar muito, né? E como desfecho, um close no meu rosto... ou pelo menos seria, se a anta aqui se tocasse que estava escuro de mais para ser narcisista. Bom, prometo que nos próximos vídeos eu irei melhorar minhas habilidades de filmar... e sorrir.
Ah, sim.
Sejam bem vindos!
Assinar:
Postagens (Atom)